(Foto: Indira Mallmann / Acervo Pessoal)
A categoria cobra a implantação da carga horária de 30 horas, piso salarial e veto ao ato médico, relatório de procedimentos que só poderão ser realizados por médicos formados. Pelo texto aprovado no Congresso Nacional, serão privativos dos formados em medicina atividades como diagnóstico de doenças, prescrição de medicamentos, cirurgias, internações, altas hospitalares, entre outros.
Ao governo estadual, os enfermeiros exigem realização de concurso público e equiparação salarial. O protesto durou mais de uma hora e, após negociação com a Polícia Militar, o tráfego de veículos foi liberado.
Apesar da desinterdição, a Companhia de Trânsito e Transporte Urbano (CTTU) da capital ainda registra retenção de veículos na avenida.
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